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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Área de cultivo de milho trangénico diminuiu em Portugal

Mäyjo, 24.02.17

milho

A área de cultivo de milho geneticamente modificado em Portugal sofreu um decréscimo de cerca de 12%, quando comparado com os dados de 2015. Neste momento, em território nacional há cerca de 7 mil hectares ocupados pela produção de milho geneticamente modificado.

 

Segundo dados do Relatório do Estado do Ambiente 2016, tornado público ontem, em 2016 a área cultivada com milho geneticamente modificado rondava os 7056,75 hectares, um valor inferior aos oito mil hectares registados no ano anterior.

No documento da Agência Portuguesa do Ambiente é possível verificar que a área cultivada com milho geneticamente modificado em Portugal tem vindo a aumentar desde 2005, com valores abaixo dos mil hectares.

Em termos nacionais, a região do Alentejo apresenta a maior área de cultivo com 3.349,9 hectares, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo e Centro, com 2.124,9 e 1.485,5 hectares.

Na União Europeia, o milho (MON810) é o único organismo geneticamente modificado que possui autorização para cultivo, sendo plantado em Portugal, Espanha, República Checa, Roménia e Eslováquia.

Foto: dani.castorina / Creative Commons 

ARTESÃO JAPONÊS DÁ SEGUNDA VIDA A LIVROS ANTIGOS

Mäyjo, 23.02.17

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Os restauros de Nobuo Okano

 

Come-se carne demais!

Mäyjo, 22.02.17

 

Várias vozes soam dizendo que é urgente, e importante, que as pessoas entendam que se come carne e proteína de origem animal demais. Em Portugal, e em muitos outros países, sobretudo da Europa, América e Oceania.  Os efeitos deste excesso são nefastos, não só para a saúde, mas também para o ambiente, já para não falar no bem-estar animal, como várias vezes aqui se falou. Procurem saber, não vale enfiar a cabeça na areia!

Imagem daqui
A maior longevidade de vegetarianos e sobretudo de veganos, prova que não é necessário comer carne, peixe e alimentos de origem animal, desde que o regime alimentar seja equilibrado.
Além disso, nada impede uma pessoa omnívora de fazer uma maioria de refeições vegetarianas. 
 
Sobre o assunto, transcrevo o artigo publicado hoje em vários meios de comunicação social, referindo um estudo comparativo efetuado pela ZERO -  Associação Sistema Terrestre Sustentável:



 
Os portugueses consomem 4,4 vezes mais carne, ovos e pescado que o necessário, o que prejudica a saúde, o ambiente e o orçamento familiar, alertaram hoje os ambientalistas da Zero, defendendo a opção por leguminosas.
 
Imagem daqui
Verificamos que os portugueses consomem 4,4 vezes acima daquilo que seria necessário deste componente, da carne, ovos e pescado", disse à agência Lusa Susana Fonseca, da Associação Sistema Terrestre Sustentável, Zero.
 
Num ano, "devíamos consumir à volta de 33 quilogramas do conjunto de carne, ovos e pescado e estamos a consumir muito acima disso, cerca de 178 quilogramas, portanto 145 quilogramas a mais", avançou a especialista, e realçou que, na saúde, "o excesso de proteína causa vários problemas, e não é de todo benéfico em termos ambientais".
 
No final deste Ano Internacional das Leguminosas, e numa época festiva "que tende a propiciar exageros de alimentação", a Zero analisou as recomendações da Direção Geral de Saúde para o consumo de carne, ovos e pescado e comparou com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre as quantidades destes produtos na alimentação dos portugueses.
 
"Para produzir uma quilocaloria de carne de vaca, por exemplo, precisamos de 174 quilocalorias", principalmente de alimentos para os animais, "o que é mais do que o necessário quando são consumidos alimentos vegetais e leguminosas", justificou Susana Fonseca.
 
Também no consumo de carne, o impacto em termos de consumo de água é 100 vezes superior àquele que é necessário para produzir leguminosas, além de implicar mais emissões de metano, um gás com efeito de estufa que agrava as alterações climáticas.
 
As leguminosas, como feijão, grão, lentilhas, favas ou ervilhas, fazem parte da dieta mediterrânica e da cultura gastronómica portuguesa, são, segundo a Zero, "uma excelente fonte de proteína e podem ser usadas como alternativa a este consumo de proteína animal".
 
Para o orçamento familiar, "fica mais caro [o uso de proteína animal], sabemos que a componente de proteína é das que acaba por ter mais peso" na despesa com a alimentação, especificou a especialista da Zero.
 
Assim, "estamos a desperdiçar dinheiro, estamos a consumir proteína que nos está a fazer mal, está a fazer mal ao ambiente e está a retirar-nos recursos financeiros", resumiu. ...»

Fonte e artigo completo em: Noticias ao Minuto.  Também em RR e Correio da Manhã

As trotinetes eléctricas do início do século XX

Mäyjo, 21.02.17

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A mulher que vemos a andar de trotinete elétrica, nesta foto de 1916, é Florence Priscilla, ativista britânica pelo sufrágio feminino e socialite londrina, que costumava passear pelo centro da cidade com este meio de transporte.

 

Florence, mulher de Sir Henry Norman, recebeu esta trotinete de presente de aniversário, esta foi uma das primeiras trotinetes com motor eléctrico do Reino Unido. Na verdade, há mais de 100 anos que as trotinetes eléctricas existem – veículos com uma placa plana sobre rodas, com uma longa alça na frente e impulsionados pelo pé – mas elas eram, originalmente, vendidas como brinquedos para crianças.

Fabricadas em Nova Iorque e na Alemanha – pela Krupps – as trotinetes eléctricas foram inicialmente testadas pelo serviço postal norte-americano, como forma de transporte rápido para envio urgente de encomendas. A trotinete dobrável teve sucesso imediato, por outro lado, junto dos gangs nova-iorquinos, que as usavam para fugir da polícia por becos estreitos.

Durante toda a década de 10 do século passado, outros fabricantes desenvolveram veículos idênticos: a ABC Motorcycles produziu a Skootamota, que tinha uma velocidade de 24 km/h; e a The Gloster Aircraft Company lançou a Reynolds Runabout em 1919, seguida da Unibus em 1920 – esta última era promovida como um “carro em duas rodas”.

Muitos destes designs eram instáveis, desconfortáveis e difíceis de conduzir, pelos que as duas décadas seguintes foram profícuas em refinamentos dos veículos, incluindo luzes e travões mais eficientes, mudanças e suspensões. Cem anos depois, os veículos elétricos voltam a estar na moda.

 

MEROË: A CIDADE PERDIDA ENTRE AS PIRÂMIDES DO SUDÃO

Mäyjo, 20.02.17

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